Quando testar para mutações BRCA – Os benefícios de testar cedo

Saber o status da mutação BRCA da mulher pode ajudar nas decisões do tratamento. Por isso, testar cedo - no momento do diagnóstico de câncer do ovário - permite que você e seu médico tomem decisões de tratamento mais bem embasadas desde o início.

O teste no momento do diagnóstico pode beneficiar as pacientes e sua família porque:

Enfrentar os desafios do aconselhamento genético pode melhorar a eficiência do teste BRCA

  • Aconselhamento genético é um passo necessário antes de receber um teste de mutação BRCA em muitos países5–8
  • Os conselheiros são geralmente os responsáveis por obter o consentimento para o teste, além de oferecerem apoio especializado, conselhos e informações
  • Novas abordagens de aconselhamento genético podem ser necessárias para atender à crescente demanda pelo teste BRCA
  • Um maior número de abordagens alternativas, incluindo a popularização do aconselhamento genético, pode ajudar a acelerar o processo do teste BRCA

Modelos atuais versus modelos alternativos para o teste BRCA testing

Clique nas abas abaixo para ver um exemplo de como as abordagens alternativas para o aconselhamento genético podem melhorar a eficiência do teste BRCA

Caminho atual para o teste BRCA

Infographic showing the current BRCA testing process in which patients with ovarian cancer and/or their family members can be referred at any stage , and receive genetic counselling prior to testing and following testing.

Modelo proposto para o teste BRCA

Infographic showing a proposed alternative BRCA testing process designed to ease demand placed on face-to-face genetic counselling, in which genetic counselling can be performed by a trainee oncologist or specialist nurse, or via the telephone

Iniciativas para aumentar o acesso ao teste BRCA na sua região

A AstraZeneca apoia a melhoria da jornada do paciente para mulheres com câncer de ovário por meio do aumento da velocidade e da qualidade dos serviços de diagnóstico para o teste de mutação BRCA.

Referências

  1. Trainer A, et al. Int J Gynecol Cancer 2010;20:704–16.
  2. Pruthi S, et al. Mayo Clin Proc 2010;85:1111–20.
  3. Song H, et al. Hum Mol Genet 2014;23:4703–9.
  4. Arie S. BMJ 2014;348:g1179.
  5. Balmaña J, et al. Ann Oncol 2011;22(Suppl 6):vi31–4.
  6. NICE Clinical Guideline 164. June 2013. Available at: http://www.nice.org.uk/guidance/cg164. Last accessed January 2015.
  7. Gadzicki D, et al. J Community Genet 2011;2:53‒69.
  8. Nelson H, et al. Ann Intern Med 2014;160:255‒66.